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sábado, 7 de janeiro de 2017

Vida Consagrada


Vida Consagrada
§914 "O estado de vida constituído pela profissão dos conselhos evangélicos, embora não pertença à estrutura hierárquica da Igreja, está, contudo, firmemente relacionado com sua vida e santidade."

CONSELHOS EVANGÉLICOS, VIDA CONSAGRADA
§915 Os conselhos evangélicos, em sua multiplicidade, são propostos a todo discípulo de Cristo. A perfeição da caridade à qual todos os fiéis são chamados comporta para os que assumem livremente o chamado à vida consagrada a obrigação de praticar, a castidade no celibato pelo Reino, a pobreza e a obediência. E a profissão desses conselhos em um estado de vida estável reconhecido pela Igreja que caracteriza a "vida consagrada" a Deus.

- O estado da vida consagrada aparece, portanto, como uma das maneiras de conhecer uma consagração "mais íntima", que se radica no Batismo e se dedica totalmente a Deus. Na vida consagrada, os fiéis de Cristo se propõem, sob a moção do Espírito Santo, seguir a Cristo mais de perto, doar-se a Deus amado acima de tudo e, procurando alcançar a perfeição da caridade a serviço do Reino, significar e anunciar na Igreja a glória do mundo futuro.

UMA GRANDE ÁRVORE, DE MÚLTIPLOS RAMOS
§917 Disso resultou que, como numa árvore frondosa e admiravelmente variegada na seara do Senhor - e isto em virtude do germe divinamente plantado -, floresceram as diversas modalidades da vida solitária ou comum, assim como as várias famílias quais vão aumentando tanto para proveito dos próprios membros quanto para o bem de todo o Corpo de Cristo."
- "Desde os primórdios da Igreja existiram homens e mulheres que se propuseram, pela prática dos conselhos evangélicos, seguir a Cristo com maior liberdade e imitá-lo mais de perto, e levaram, cada qual a seu modo, uma vida consagrada a Deus. Dentre eles, muitos, por inspiração do Espírito Santo, ou passaram a vida na solidão ou fundaram famílias religiosas, que a Igreja, de boa vontade, recebeu e aprovou com sua autoridade."
Os Bispos hão de empenhar-se sempre em discernir os novos dons de vida consagrada confiados pelo Espírito Santo à sua Igreja; a aprovação de novas formas de vida consagrada é reservada à Sé Apostólica.

A VIDA EREMÍTICA
§920 Embora nem sempre professem publicamente os três conselhos evangélicos, os eremitas, "por uma separação mais rígida do mundo, pelo silêncio da solidão, pela assídua oração e penitência, consagram a vida ao louvor de Deus e à salvação do mundo.
- Os eremitas mostram a cada um este aspecto interior do mistério da Igreja, que é a intimidade pessoal com Cristo. Escondida aos olhos dos homens, a vida do eremita é pregação silenciosa daquele ao qual entregou sua vida, pois é tudo para Ele. É um chamado peculiar a encontrar no deserto, precisamente no combate espiritual, a glória do Crucificado.

AS VIRGENS E AS VIÚVAS CONSAGRADAS
§922 Desde os tempos apostólicos, virgens e viúvas cristãs, chamadas pelo Senhor a apegar-se a Ele sem partilha em uma liberdade maior de coração, de corpo e de espírito, tomaram a decisão, aprovada pela Igreja, de viver respectivamente no estado de virgindade ou de castidade perpétua "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12).
- "Emitindo o santo propósito de seguir a Cristo mais de perto, [as Virgens] são consagradas a Deus pelo Bispo diocesano segundo o rito litúrgico aprovado, misticamente desposadas com Cristo, Filho de Deus, e dedicadas ao serviço da Igreja." Por este rito solene ("Consecratio virginum"), "a virgem é constituída pessoa consagrada, sinal transcendente do amor da Igreja a Cristo, imagem escatológica desta Esposa do Céu e da vida futura".
- "Acrescentada às outras formas de vida consagrada", a ordem das virgens constitui a mulher que vive no mundo (ou a monja) na oração, na penitência, no serviço a seus irmãos e no trabalho apostólico, conforme o estado e os carismas respectivos oferecidos a cada uma. As virgens consagradas podem associar-se para guardar mais fielmente seus propósitos.

A VIDA RELIGIOSA
§925 Nascida no Oriente nos primeiros séculos do cristianismo e vivida nos institutos canonicamente erigidos pela Igreja, a vida religiosa se distingue das outras modalidades de vida consagrada pelo aspecto cultual, pela profissão pública dos conselhos evangélicos, pela vida fraterna levada em comum, pelo testemunho da união de Cristo com a Igreja.
- A vida religiosa faz parte do mistério da Igreja. É um dom que a Igreja recebe de seu Senhor e que oferece como um estado de vida permanente ao fiel chamado por Deus na profissão dos conselhos. Assim, a Igreja pode ao mesmo tempo manifestar o Cristo e reconhecer-se como esposa do Salvador. A vida religiosa é convidada a significar, em suas variadas formas, a própria caridade de Deus, em linguagem de nossa época.
- Todos os religiosos, isentos ou não, são contados entre os cooperadores do Bispo diocesano em seu ministério pastoral. A implantação e a expansão missionária da Igreja exigiram a presença da vida religiosa sob todas as suas formas desde os inícios da evangelização. "A história atesta os grandes méritos das famílias religiosas na propagação da fé e na formação de novas Igrejas, desde as antigas instituições monásticas e as ordens medievais até as congregações modernas."

OS INSTITUTOS SECULARES"
§928 Instituto secular é um instituto de vida consagrada no qual os fiéis, vivendo no mundo, tendem à perfeição da caridade e procuram cooperar para a santificação do mundo, principalmente a partir de dentro.
- "Por uma "vida perfeita [= perfeitamente] e inteiramente consagrada a [esta] santificação", os membros desses institutos participam da tarefa de evangelização da Igreja, "no mundo e partir do mundo", onde sua presença age "à guisa de um fermento". Seu "testemunho de vida cristã" visa "organizar as coisas temporais de acordo com Deus e impregnar o mundo com a força do Evangelho". Eles assumem por vínculos sagrados os conselhos evangélicos e mantêm entre si a comunhão e a fraternidade próprias de seu "modo de vida secular".
  
AS SOCIEDADES DE VIDA APOSTÓLICA
§930 Às formas diversas de vida consagrada "acrescentam-se as sociedades de vida apostólica, cujos membros, sem os votos religiosos, buscam a finalidade apostólica própria de sua sociedade e, levando vida fraterna em comum, segundo o próprio modo de vida, tendem à perfeição da caridade pela observância das constituições. Entre elas há sociedades cujos membros assumem os conselhos evangélicos" por meio de algum vínculo determinado pelas constituições.

CONSAGRAÇÃO E MISSÃO: ANUNCIAR O REI QUE VEM
§931 Entregue a Deus supremamente amado, aquele que pelo Batismo já estava consagrado a ele é assim consagrado mais intimamente ao serviço divino e dedicado ao bem da Igreja. Pelo estado de consagração a Deus, a Igreja manifesta Cristo e mostra como o Espírito Santo age nela de maneira admirável.
- Os que professam os conselhos evangélicos têm, pois, por missão primeiramente viver sua consagração. Mas "enquanto dedicados, em virtude da própria consagração, ao serviço da Igreja têm obrigação de se entregar, de maneira especial, à ação missionária no modo próprio de seu instituto".
- Na Igreja -ela é como sacramento, isto é, o sinal e o instrumento da vida de Deus-, a vida consagrada aparece como um sinal peculiar do mistério da redenção. Seguir e imitar a Cristo "mais de perto", manifestar "mais claramente" seu aniquilamento é estar "mais profundamente" presente a seus contemporâneos, no coração de Cristo. Pois os que estão nesta via "mais estreita" estimulam seus irmãos por seu exemplo, dão este testemunho brilhante de "que o mundo não pode ser transfigurado e oferecido a Deus sem o espírito das bem-aventuranças".
- Seja este testemunho público, como no estado religioso, ou mais discreto, ou até secreto, o advento de Cristo permanece para todos os consagrados a origem e a orientação de sua vida:
- Como o povo de Deus não possui aqui na terra morada permanente, o estado religioso manifesta já aqui neste mundo a todos os crentes a presença dos bens celestes, dá testemunho da vida nova e eterna adquirida pela redenção de Cristo, prenuncia a, ressurreição futura e a glória do Reino celeste.
Catecismo da Igreja Católica


terça-feira, 4 de março de 2014

Jesus ofereceu-se por nossos pecados

Cristo ofereceu-se a seu Pai por nossos pecados
Toda a vida de Cristo é oferenda ao Pai
§606. O Filho de Deus, que "desceu do Céu não para fazer sua vontade, mas a do Pai que o enviou", "diz ao entrar no mundo:.. Eis-me aqui... eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade... Graças a esta vontade é que somos santificados pela oferenda do corpo de Jesus Cristo, realizada uma vez por todas" (Hb 10,5-10). Desde o primeiro instante de sua Encarnação, o Filho desposa o desígnio de salvação divino em sua missão redentora: "Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar sua obra" (Jo 4,34). O sacrifício de Jesus "pelos pecados do mundo inteiro" (1Jo 2,2) é a expressão de sua comunhão de amor ao Pai: "O Pai me ama porque dou a minha vida" (Jo 10,17). "O mundo saberá  que amo o Pai e faço como o Pai me ordenou" (Jo 14,31).

§607. Este desejo de desposar o desígnio de amor redentor de seu Pai anima toda a vida de Jesus pois sua Paixão redentora é a razão de ser de sua Encarnação: "Pai, salva-me desta hora. Mas foi precisamente para esta hora que eu vim" (Jo 12,27). "Deixarei eu de beber o cálice que o Pai me deu?" (Jo 18,11). E ainda na cruz, antes que tudo fosse "consumado" (Jo 19,30), ele disse: "Tenho sede" (Jo 19,28).

 “O cordeiro que tira o pecado do mundo”
§608. Depois de ter aceitado dar-lhe o Batismo junto com os pecadores, João Batista viu e mostrou em Jesus o "Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". Manifesta, assim que Jesus é ao mesmo tempo o Servo Sofredor que se deixa levar silencioso ao matadouro e carrega o pecado das multidões e o cordeiro pascal, símbolo da redenção de Israel por ocasião da primeira Páscoa Toda a vida de Cristo exprime sua missão: "Servir e dar sua vida em resgate por muitos".

Jesus abraça livremente o amor redentor do Pai
§609. Ao abraçar em seu coração humano o amor do Pai pelos homens, Jesus "amou-os até o fim" (Jo 13,11), "pois ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos" (Jo 15,13). Assim, no sofrimento e na morte, sua humanidade se tornou o instrumento livre e perfeito de seu amor divino, que quer a salvação dos homens. Com efeito, aceitou livremente sua Paixão e sua Morte por amor de seu Pai e dos homens, que o Pai quer salvar: "Ninguém me tira a vida, mas eu a dou livremente" (Jo 10,18). Daí a liberdade soberana do Filho de Deus quando Ele mesmo vai ao encontro da morte.

Na ceia, Jesus, antecipou a oferta livre de sua vida
§610. Jesus expressou de modo supremo a oferta livre de si mesmo na refeição que tomou com os Doze Apóstolos na "noite em que foi entregue" (1 Cor 11,23). Na véspera de sua Paixão, quando ainda estava em liberdade, Jesus fez desta Última Ceia com seus apóstolos o memorial de sua oferta voluntária ao Pai, pela salvação dos homens: "Isto é o meu corpo que é dado por vós" (Lc 22,19). "Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados" (Mt 26,28).
§611. A Eucaristia que instituiu naquele momento será o "memorial" de seu sacrifício. Jesus inclui os apóstolos em sua própria oferta e lhes pede que a perpetuem. Com isso, institui seus apóstolos sacerdotes da Nova Aliança: "Por eles, a mim mesmo me santifico, para que sejam santificados na verdade" (Jo 17,19).
 
A agonia no Getsêmani
§612. O cálice da Nova Aliança, que Jesus antecipou na Ceia, oferecendo-se a si mesmo, aceita-o em seguida das mãos do Pai em sua agonia no Getsêmani, tornando-se "obediente até a morte" (Fl 2,8). Jesus ora: "Meu Pai, se for possível, que passe de mim este cálice..." (Mt 26,39). Exprime assim o horror que a morte representa para sua natureza humana. Com efeito, a natureza humana de Jesus, como a nossa, está destinada à Vida Eterna; além disso, diversamente da nossa, ela é totalmente isenta de pecado, que causa a morte"; mas ela é sobretudo assumida pela pessoa divina do "Príncipe da Vida", do "vivente". Ao aceitar em sua vontade humana que a vontade do Pai seja feita, aceita sua morte como redentora para "carregar em seu próprio corpo os nossos pecados sobre o madeiro" (1Pd 2,24).

A morte de Cristo é o sacrifício único e definitivo
§613. A morte de Cristo é ao mesmo tempo o sacrifício pascal, que realiza a redenção definitiva dos homens pelo "cordeiro que tira o pecado do mundo", e o sacrifício da Nova Aliança, que reconduz o homem à comunhão com Deus, reconciliando-o com ele pelo "sangue derramado por muitos para remissão dos pecados".
§614. Este sacrifício de Cristo é único. Ele realiza e supera todos os sacrifícios. Ele é primeiro um dom do próprio Deus Pai: é o Pai que entrega seu Filho para reconciliar-nos consigo. É ao mesmo tempo oferenda do Filho de Deus feito homem, o qual, livremente e por amor, oferece sua vida a seu Pai pelo Espírito Santo, para reparar nossa desobediência.

Jesus substitui nossa desobediência por sua obediência
§615. Como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos" (Rm 5,19). Por sua obediência até a morte, Jesus realizou a substituição do Servo Sofredor que "oferece sua vida em sacrifício expiatório", "quando carregava o pecado das multidões", "que ele justifica levando sobre si o pecado de muitos". Jesus prestou reparação por nossas faltas e satisfez o Pai por nossos pecados.

Na cruz, Jesus consuma seu sacrifício
§616. É "o amor até o fim" que confere o Valor de redenção de reparação, de expiação e de satisfação ao sacrifício de Cristo. Ele nos conheceu a todos e amou na oferenda de sua vida. "A caridade de Cristo nos compele quando consideramos que um só morreu por todos e que, por conseguinte, todos morreram" (2 Cor 5,14). Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens e de se oferecer em sacrifício por todos. A existência em Cristo da Pessoa Divina do Filho, que supera e, ao mesmo tempo, abraça todas as pessoas humanas, e que o constitui Cabeça de toda a humanidade, torna possível seu sacrifício redentor por todos.
§617. “Por sua santíssima Paixão no madeiro da cruz mereceu-nos a justificação", ensina o Concílio de Trento, sublinhando o caráter único do sacrifício de Cristo como "princípio de salvação eterna". E a Igreja venera a Cruz, cantando: Salve, ó Cruz, única esperança".

Nossa participação no sacrifício de Cristo
§618. A Cruz é o único sacrifício de Cristo, "único mediador entre Deus e os homens". Mas pelo fato de que, em sua Pessoa Divina encarnada, "de certo modo uniu a si mesmo todos os homens", "oferece a todos os homens, de uma forma que Deus conhece, a possibilidade de serem associados ao Mistério Pascal". Chama seus discípulos a "tomar sua cruz e a segui-lo", pois "sofreu por nós, deixou-nos um exemplo, a fim de que sigamos seus passos". Quer associar a seu sacrifício redentor aqueles mesmos que são os primeiros beneficiários dele. Isto realiza-se de maneira suprema em sua Mãe, associada mais intimamente do que qualquer outro ao mistério de seu sofrimento redentor:
Fora da cruz não existe outra escada por onde subir ao céu.

CIC-Catecismo da Igreja Católica

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Temperamento Pleno do Espírito Santo

 “O Fruto do Espírito Santo é: Amor, Alegria, Paz, Paciência, 
Delicadeza, Bondade, Confiança, Mansidão, Continência” (Gálatas 5,22-23)

- O Temperamento Pleno do Espírito Santo desconhece fraquezas, em lugar delas, possui nove forças inteiramente abrangentes; é o homem como Deus entende que deva ser, ele terá suas próprias forças ingênitas, a manter-lhe a individualidade, mas não será dominado pelas suas fraquezas, as nove características do Espírito Santo as transformarão.
- Todas essas características se encontram exemplificadas na vida de Jesus Cristo, ele é o exemplo máximo do homem controlado pelo Espírito Santo, qualquer individuo ao evidenciar tais características há de ser um homem feliz, ajustado e muito produtivo.
- Esta vida não é fruto do esforço do homem, mas o resultado Sobrenatural do Espírito Santo controlando todas as facetas do Cristão.

AMOR: O Senhor Jesus disse: “Amarás ao Senhor teu Deus com todo coração, toda alma, todo raciocínio” e “Amarás o próximo como a ti mesmo”;
- Muito honestamente, essa espécie de amor é sobrenatural!
- Amor a Deus que torne um homem mais interessado no Reino de Deus do que no reino material em que vive é Sobrenatural, pois o homem, por natureza, é uma criatura gananciosa;
- Amor ao próximo não apenas por aqueles que suscitam admiração ou a compaixão em nós, mas por todos os homens. Essa espécie de amor é gerada pelo homem e efetivada por Deus.

ALEGRIA: A alegria é uma das virtudes fundamentais do Cristão; merece um lugar ao lado do Amor, o pessimismo é um grave defeito. Não é a alegria ilusória tal qual o mundo a concebe; é a alegria duradoura emanada de toda Graça de Deus em nossa posse da benção que é nossa e que não é enfraquecida pela adversidade.
- A alegria concedida pelo Espírito Santo não é limitada pelas circunstâncias; existe uma diferença entre alegria e felicidade:
- A felicidade é algo que acontece exatamente devido ao equilíbrio das circunstancias, mas a alegria persiste a despeito delas.
- A alegria não é resultado de esforço individual, mas obra do Espírito Santo na sua vida, a qual convence você a entregar seu destino ao Senhor e confiar nele.

PAZ: A paz com Deus é o resultado da nossa experiência redentora pela fé. - O homem estranho a Jesus Cristo nada conhece de paz em relação a Deus porque o seu pecado está sempre em evidencia diante dele e ele sabe que terá que prestar contas no juízo final. Quando este individuo se prende a Jesus Cristo e a sua palavra e o convida a integrar sua vida como Senhor e Salvador, Jesus Cristo, não só aceita, mas purifica-o do pecado.
- A paz de Deus é a que se mantem imperturbável diante das circunstancias difíceis; as circunstancias jamais devem gerar a nossa paz, devemos contar com Deus para obter nossa paz, somente ele é estável.

- O Amor, a Alegria e a Paz são emoções que neutralizam decididamente as fraquezas mais comuns, como: crueldade, ira, indiferença, pessimismo, melancolia, maledicência.

LONGANIMIDADE: È próximo da paciência e tolerância, caracterizada por uma capacidade de suportar ofensas, passar provações e enfrentar desgostos sem revidar; consegue executar as tarefas domesticas árduas e desprezíveis da vida sem queixas ou revoltas.

BENIGNIDADE: Vem a ser bondade profunda, polido, afável, atencioso e compreensivo, que tem origem num coração muito terno.
- È o resultado da compaixão do Espírito Santo para com uma humanidade perdida e agonizante.
- Um exemplo de Benignidade de Jesus é quando disse a Maria após a ressurreição: “Vai contar aos meus discípulos e a Pedro”. “E a Pedro” era, na verdade, um acréscimo desnecessário, pois Pedro era um discípulo; mas o Senhor Jesus sabia do remorso de Pedro por tê-lo negado 3-vezes durante a crucificação.
- A Benignidade do Salvador é vista em seu entendimento da situação e seu obvio desejo de incluir o vacilante, hesitante e inconsequente discípulo Sanguíneo.
- O Espírito Santo é capaz de conceder benignidade a toda espécie de dificuldade.

GENEROSIDADE: È a benevolência em seu sentido mais puro, inclui a hospitalidade e todos os atos de generosidade que emanam de um coração desprendido que está mais interessado em dar do que receber.
- O homem é tão egoísta, por natureza, que precisa ser lembrado constantemente pela palavra de Deus e pelo Espírito Santo, o que nele reside, para se ocupar com a generosidade, então, naturalmente se interessa em fazer mais pelo próximo do que por si mesmo.
- A generosidade é necessária àqueles com tendências melancólicas, como cura para depressão e tristeza, causada pelo pensamento egocêntrico.
- Existe algo terapêutico em trabalhar para o próximo que liberta o individuo do hábito de pensar somente em si; assim como o Senhor Jesus disse: “È melhor dar do que receber”; muitos cristãos lesam a si mesmos, por não obedecerem a este estimulo.

FÉ: Subentende uma completa fidelidade a Deus e uma dependência absoluta dele. È o antídoto perfeito ao temor, que causa preocupação e pessimismo. A fé é a chave para muitas outras Graças Cristãs. Se realmente cremos que Deus seja capaz de suprir todas as nossas necessidades, isso nos trará felicidade e alegria e eliminará a dúvida, o temor, a lida e muitos outros trabalhos físicos. A bíblia ensina que existem duas fontes de fé:
A primeira é a Palavra de Deus na vida do crente “A fé, portanto, depende da pregação, e a pregação se faz por causa da Palavra de Cristo” Rom 10,17;
- A segunda é o Espírito Santo que no texto de Gálatas 5,22-23 define a fé como fruto do Espírito;
- Se você percebe que possui um temperamento propicio a duvida, indecisão e medo, então, como crente, deve procurar a Plenitude do Espírito Santo para que lhe conceda um coração devoto que há de dissipar as emoções e ações de sua natureza ingênita.

DOCILIDADE: O homem é por natureza orgulhoso, altivo, arrogante, egoísta e egocêntrico, mas quando um individuo tem a vida plena no Espírito Santo é humilde, meigo, submisso, cedendo facilmente ás súplicas.
- O maior exemplo de docilidade é o próprio Jesus Cristo. Foi ele o criador do universo, e contudo dispõe-se a humilhar-se e, na forma de um servo ficar sujeito aos caprichos da humanidade, a ponto de morrer, para que pudesse obter nossa redenção com seu sangue.
- Vemos o criador do homem ser esbofeteado, ridicularizado, injuriado e cuspido pela sua própria criação. Deixou-nos o exemplo de não revidar injurias; pediu a Pedro para guardar a espada: “...ou pensas que eu não possa recorrer a meu Pai, o qual me mandaria num momento mais de doze legiões de anjos ? Como, então, se cumpririam as escrituras, segundo as quais é mister que isto aconteça” (Mateus 26,53-54)
- Por nossa causa, ele foi dócil para que pudéssemos ter uma vida eterna.
- Tal docilidade não é natural!
- Só o Espírito Santo de Deus poderia fazer com que nossa reação fosse dócil a perseguição física e emocional.

(Extraído do Livro: Temperamento Controlado Pelo Espírito Santo – Tim LaHaye)

Temperamento Fleumático

Fleumático
Principais características ingênitas Fleumático:
Qualidades: Calmo, Tranquilo, Cumpridor, Eficiente, Conservador, Prático, Líder, Diplomata, Bem-humorado.
Defeitos: Calculista, Temeroso, Indeciso, Contemplativo, Desconfiado, Pretensioso, Introvertido, Desmotivado.
Personagens do dia a dia: Diplomatas, Administradores, Professores, Técnicos.
Personagem Bíblico: Abraão.
¨  A vida para ele é uma experiência feliz, serena e agradável na qual tenta envolver-se o mínimo possível;
¨  Em qualquer circunstância parece não se preocupar;
¨  Raramente explode em riso ou raiva, mantendo sempre suas emoções sob controle;
¨  Coerente;
¨  Personalidade fria, reticente, quase tímido;
¨  Sempre mais emotivo do que demonstra;
¨  Grande capacidade de apreciar as belas artes e as melhores coisas da vida;
¨  Não lhe faltam amigos, porque gosta do convívio social;
¨  Mantém muitas pessoas “as gargalhadas” sem jamais de deixar escapar um sorriso;
¨  Sempre encontra algo engraçado nas ações dos outros;
¨  Cérebro organizado, ótima memória;
¨  Bom imitador;
¨  Diverte-se com os outros tipos de temperamentos;
¨  Sente-se irritado com o entusiasmo desorientado e inquieto do Sanguíneo, apontando-lhe estas futilidades;
¨  Fica aborrecido com as disposições sombrias do melancólico e está sempre disposto a ridiculariza-lo;
¨  Sente enorme prazer em “gelar” os planos efervescentes e nas ambições do Colérico;
¨  Tem profunda tendência a ser expectador da vida e tenta não se envolver com o próximo;
¨  Gosta de rotina;
¨  Na luta contra a injustiça social sempre acha que alguém tem que solucionar o problema, dificilmente se inclui para soluciona-los;
¨  Simpático e bom coração, raramente deixa transparecer seus verdadeiros sentimentos;
¨  Incitado à ação, demonstra-se capaz e eficiente;
¨  Nunca aceita a liderança por sua vontade, mas quando lhe é imposta prova ser um chefe capaz;
¨  Exerce uma influência conciliadora sobre as pessoas.

Forças Ingênitas do Fleumático:
¨  Seu bom humor o preserva de se envolver com a vida e com as coisas, frequentemente enxerga algo cômico na maioria das experiências mundanas;
¨  Seu senso de humor provoca gargalhadas nos outros;
¨  Bom conselheiro;
¨  Sua disposição morosa e acessível torna-lhe fácil saber ouvir;
¨  Digno de confiança em sua natureza alegre e bem humorada;
¨  Amigo fiel, não se envolvendo muito;
¨  Prático e eficiente;
¨  Uma vez não estimulado a tomar decisões repentinas, procura um modo prático de atingir seu objetivo com o mínimo de esforço;
¨  Trabalha bem sob pressão;
¨  Produz melhor em circunstâncias que causariam “fracasso” dos outros temperamentos;
¨  Trabalho sempre caracterizado pela perfeição e eficiência;
¨  Possui padrões elevados de zelo e precisão;
¨  Hábitos metódicos;

Fraquezas ingênitas do Fleumático:
¨  Moroso e indolente, parece estar “arrastando os pés” porque ressente ter sido forçado a ação, contra a sua vontade, caminha o mais vagarosamente possível;
¨  Motivado a ser um espectador a vida, fazer o mínimo necessário, impedindo-o de iniciar novos projetos que é capaz de levar adiante, mas para ele parece se “trabalho excessivo”;
¨  O desassossego do Sanguíneo e a atividade do Colérico muitas vezes o aborrecem porque receia que possam motiva-lo a trabalhar;
¨  Devido ao seu senso de humor agudo e capacidade de ser observador desinteressado, possui ele a facilidade de utilizar sua habilidade espirituosa para provocar o próximo que o enerva ou ameaça motiva-lo;
¨  Se um Sanguíneo entra animado e entusiasta, o Fleumático se torna distante e gélido;
¨  Se o Melancólico vem pessimista, a lamentar-se das misérias do mundo, o Fleumático se torna mais otimista do que nunca e o provoca de maneira insuportável;
¨  Se um Colérico se aproxima, repleto de planos e projetos, é um prazer requintado para o Fleumático derramar água fria em seu entusiasmo, com o seu equilíbrio e aguda percepção é-lhe muito fácil apontar as fraquezas da proposta do Colérico;
¨  Se assim decide, usa seu humor e espírito decidido para atiçar ou enraivecer o próximo, enquanto ele próprio jamais perde a compostura ou se agita;
¨  Deixa transparecer seu egoísmo, aprendendo a proteger-se com o passar dos anos;
¨  Opõe-se a qualquer mudança, não quer comprometer-se, deseja manter-se conservador;
¨  À medida que se torna maduro, consegue disfarçar sua obstinação sob seu afável bom humor, enquanto se torna ainda mais obstinado;
¨  Cada vez que é forçado a participar de projeto e atividades que não correspondem suas expectativas, torna-se mais resistente ás sugestões futuras; esta obstinação tende a torna-lo avarento e egoísta, pois seu pensamento é quanto isto vai me custar? , o que vai exigir de mim? , o egoísmo no Fleumático é mais forte que nos outros temperamentos;
¨  Indeciso com o passar dos anos, devido à sua reserva em ficar “implicado”;
¨  Sente-se inclinado a vacilar entre o desejo de fazer alguma coisa e a má vontade de pagar pelo seu preço;
¨  Esta prática indecisa poderá se transformar num hábito que sobrepuja o aspecto utilitário de seu raciocínio.

Necessidades Espirituais básicas do Fleumático:
Amor, Bondade, Docilidade, Temperança, Fé.

 (Extraído do Livro: Temperamento Controlado Pelo Espírito Santo – Tim LaHaye)

Temperamento Melancólico

Melancólico
- Há poucos indivíduos de “nível médio”, isto é, ou utilizará suas forças a ponto de atingir um nível acima de seus semelhantes ou será dominado por suas fraquezas e se colocará abaixo do nível deles deixando-se transformar em um individuo do tipo neurótico, desanimado ou hipocondríaco, que nem se diverte nem é tolerado pelos outros.
- Temperamento de grandes gênios do mundo – Artistas, músicos, inventores, filósofos, educadores, teóricos.

Principais características ingênitas do Melancólico:
Qualidades: Habilidoso, Minucioso, Sensível, Perfeccionista, Esteta, Idealista, Leal, Dedicado.
Defeitos: Egoísta, Amuado, Pessimista, Teórico, Confuso, Antissocial, Crítico, Vingativo, Inflexível.
Personagens do dia a dia: Artistas, Músicos, Inventores, Filósofos, Mestres.
Personagem Bíblico: Moisés, Elias, Salomão, Apostolo João.
¨  Desfruta maior prazer pelas belas artes;
¨  Introvertido;
¨  Amigo fiel, com os poucos que tem;
¨  Não toma iniciativa para se aproximar dos outros;
¨  Digno de confiança, sua tendência perfeccionista não permite que seja ocioso ou desaponte aqueles que dele dependem;
¨  Suas experiências decepcionantes, o tornam relutante em aceitar as pessoas, propenso a sentir-se desconfiado, quando o procuram ou cumulam de atenções;
¨  Sua excepcional habilidade analítica o capacita a diagnosticar apuradamente os obstáculos e perigos dos projetos que participa;
¨  Ocasionalmente, produz grandes trabalhos de arte ou espiritual, obras seguidas por períodos de depressão;
¨  Valoriza a vida pelo sacrifício pessoal, escolhe projetos de grandes sacrifícios pessoais;
¨  Correto e persistente em sua atividade, realizando um grande bem;

Forças Ingênitas do Melancólico:
¨  Propenso a genialidade, a percentagem de gênios entre os melancólicos e mais alta do que nos outros temperamentos;
¨  Aprecia os verdadeiros valores da vida;
¨  Emocionalmente sensível, mas diferente do Sanguíneo é dado a meditação;
¨  Adepto entusiasmado do pensamento criativo;
¨  Fortes tendências perfeccionistas;
¨  Padrão de qualidade excede ao dos outros, exige tanto que muitas vezes nem ele consegue cumprir;
¨  Sua capacidade analítica combinada com sua tendência perfeccionista o fazem “caçador de detalhes”;
¨  Sempre que um projeto é sugerido por um colérico ou sanguíneo, consegue analisa-lo em poucos instantes e percebe todos os problemas que encontrarão;
¨  Parece contra as coisas por sua constante referencia aos problemas em potencial, que para ele são reais;
¨  Esta habilidade de análise o qualifica para campos como a matemática, ciências teóricas, arquitetura, filosofia, diagnosticado de moléstias, habilidade literária e outras carreiras difíceis;
¨  São fieis por natureza;
¨  Geralmente não atrai muitos amigos, mas saberá manter os que atraem e literalmente “daria sua vida por eles”;
¨  Sempre atingirá as metas exigidas;
¨  Raramente procura ficar em evidência, prefere uma tarefa feita por trás dos bastidores;
¨  Frequentemente escolhe uma profissão muito sacrificada para sua vida, porque possui um desejo incomum de dar-se para a melhoria de seus semelhantes;
¨  È dotado da maravilhosa capacidade de conhecer suas limitações, portanto raramente se compromete a fazer mais do que pode;
¨  Reservado, dificilmente expõe suas idéias espontaneamente, quando consultado sua opinião indica que analisou profundamente a situação;
¨  Bastante preciso em expressar o que quer dizer;
¨  Correto e persistente em sua atividade, realizando um grande bem;

Fraquezas ingênitas do Melancólico:
¨  Egocêntrico – é inclinado a autoanálise complacente, paralisando sua energia e vontade, esta autoanálise não é apenas inadequada, mas nociva;
¨  Usualmente, se deixa levar a mórbidas condições mentais;
¨  Preocupa-se não somente por sua situação espiritual, mas também excessivamente pela sua condição física;
¨  Tudo que lhe atinge é de importância capital, facilmente torna-se um hipocondríaco (triste, maníaco por doença);
¨  Esta característica egocêntrica, se não conseguida, pode arruinar lhe a existência;
¨  Sente-se ofendido ou insultado muito facilmente devido sua natureza sensível;
¨  “tem seus sentimentos a flor da pele”, muito desconfiado e dado a “suposições desfavoráveis”;
¨  Se duas pessoas estão conversando baixinho, é quase certo que estão falando dele, podendo leva-lo a um complexo de perseguição;
¨  Devido ás suas características perfeccionista e analítica, tem tendência a ser pessimista;
¨  Em um projeto consegue enxergar sua extrema finalidade, e todos os problemas em seu conceito pesam mais que o bem conquistado, e ainda tem certeza que o resultado final não corresponderá ao prometido, tendo certeza de decepcionar-se novamente;
¨  Esta concepção pessimista o torna inseguro e temeroso no tomar decisões, pois não deseja cometer engano e deixar de corresponder a seus padrões perfeccionistas;
¨  Critico, inflexível;
¨  Quanto ao casamento, sempre passa por um período difícil, idealizando uma mulher perfeita, quando a conhece, descobre que ela é apenas um ser humano com suas fraquezas;
¨  Muitos perfeccionistas arruinaram um casamento razoavelmente acertado porque suas consortes só atingiram 90% do que eles esperavam delas;
¨  Quando não expressa em palavras, manifesta através de atitude orgulhosa, altiva, arrogante, considerando seres inferiores aqueles que não compartilham seus padrões perfeccionistas;
¨  È tão critico consigo mesmo, como para com os outros;
¨  Manifesta alteração na disposição de ânimo;
¨  Frequentemente estará sombrio, deprimido ou atravessando um período de desespero, este mau humor provoca um circulo vicioso;
¨  Mesmo aqueles que o apreciam quando “esta se portando como realmente é” ficam enervados com ele, quando percebem que está passando por algum desalento se afastam dele, onde o lançará numa tristeza ainda mais profunda;
¨  Só esta característica poderá arruinar sua vida, a menos que recorra a Jesus Cristo para obter alegria, paz que só ele poderá lhe proporcionar;
¨  Esta melancolia, muitas vezes, é resultado do tipo de pensamento egocêntrico;
¨  Muitas vezes foge da realidade presente pela prática do devaneio (sonho);
¨  Porque se sente tão insatisfeito com o presente cheio de deficiências, tem a tendência a retroceder no passado, o qual se torna mais agradável a medida que mais distante se situe;
¨  Quando se cansa de pensar no passado, sonha com um futuro maravilhoso;
¨  Este pensamento que o permite fugir da realidade, é perigosíssimo, não apenas paralisa sua vontade e a sua energia, como pode leva-lo a esquizofrenia;
¨  Inclinação a ser vingativo, julga muito difícil perdoar uma afronta ou um insulto;
¨  Embora externamente, pareça calmo ou sossegado, muitas vezes há um ódio turbulento ardendo-lhe por dentro; pode ser que jamais coloque em prática, como faria o colérico, mas pode alimentar o desejo de vingança por muitos anos, este espírito implacável superam sua capacidade de dedução e tomando decisões sem prevenções;
¨  Poderá perder o controle por completo num acesso de raiva, caso alimente por muito tempo uma raiva;

Necessidades Espirituais básicas do Melancólico:
Amor, Alegria, Paz, Bondade, Fé, Autocontrole;
¨  Deve seriamente procurar o auxilio do Espírito Santo para desviar seus olhos de si mesmo e focaliza-los no “puro campo de colheita” das pessoas necessitadas a sua volta;
¨  Um dos mais dinâmicos exemplos de poder do evangelho de Jesus Cristo é ver um Melancólico tristonho e voluntarioso, transformado pela Graça de Deus e fortificado com um grande propósito de vida orientado em direção ao próximo e não em sua própria direção;
¨  Muitos personagens da Bíblia eram melancólicos, entretanto o êxito deles é que “acreditavam em Deus”;
¨  A fé em Cristo eleva um individuo acima de seu próprio temperamento a ponto de viver “a nova vida em Cristo Jesus”;

 (Extraído do Livro: Temperamento Controlado Pelo Espírito Santo – Tim LaHaye)